sábado, 26 de março de 2011

NIVER DA PROFESSORA TATIANA - NÚCLEO LÚCIA OLIVEIRA














REUMSO DA UNIDADE FORMATIVA III - FTG

HISTÓRIA DO TRABALHO E DA PRODUÇÃO DE BENS


Até o século XVIII os objetos eram produzidos em manufatura, ou seja, em casa ou em pequenas oficinas, por ARTESÕES a partir deste século as ferramentas foram substituídas por maquinas a vapor período que foi denominado de REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. A produção passou a ser em SÉRIE, ou seja produtos sempre iguais. Os trabalhadores das fábricas passaram a fazer pequenas TAREFAS repetitivas, perdendo o domínio de seu trabalho como um todo. No Trabalho em LINHA, os operários, posicionam-se junto a uma esteira rolante que transporta o objeto que está sendo produzido e assim não aprende a produzir o produto inteiro e por fazer esforço repetitivo pode desenvolver doenças profissionais, LER ou DORT. No Trabalho em grupo, os participantes podem melhorar ou acrescentar algum detalhe, respeitando o modelo padrão. Pois, cada um é responsável por uma parte do produto para depois juntar. No entanto, além da indispensável cooperação para o trabalho, aumentou a competição entre os trabalhadores, e trouxe à tona outra doença profissional, o ESTRESSE. Já o trabalho artesão, difere dos outros pela quantidade limitada de objetos produzidos e o trabalhador ou artesão domina todo o processo de produção. Os Serviços podem ter interação direta: quando o cliente está presente e se comunica diretamente com o profissional, ou com interação intermediada: quando o cliente e o prestador do serviço estão distantes, e a interação entre eles se dá a partir de algum meio de comunicação: telefone, Internet, rádio, TV, jornal. Os Trabalhadores em contato direto ou indireto com o público são Trabalhadores de LINHA DE FRENTE; Já os Funcionários que não entram em contato com o público, ficam em um espaço separado do pessoal da ponta, são denominados de trabalhadores de retaguarda. Do ponto de vista do cliente, a qualidade está associada ao valor e à utilidade reconhecidas ao produto, estando em alguns casos ligada ao preço. A qualidade na produção atualmente tem o seu controle durante o processo ou seja em cada etapa executada. Quando o controle é feito apenas na saída do produto falhas são inevitáveis havendo maior DESPERDÍCIO e retrabalho. Na prestação de serviços o cliente está em interação com o prestador e pode verificar a qualidade do que é feito. Isto não ocorre na compra de produtos, pois já encontra o produto feito. Para analise de um problema e recomendado o diagnóstico sociotécnico, que leva em conta: o fluxo dos serviços(pessoas que os executam) e a Tecnologia: considera as possibilidades de uso dos equipamentos e como os funcionários lidam com eles; e as relações existentes entre as pessoas, os funcionários, os usuários, os empregados de empresas fornecedoras de equipamentos e matérias primas, etc. Com o PLANEJAMENTO, podemos evitar alguns problemas ou diminuir as conseqüências indesejadas de outros. Mas é bom saber que o planejamento, embora necessário, é sempre incompleto. Daí a necessidade de programar cada atividade e controlar durante a execução para que o resultado seja o mais idêntico possível ao planejado. A este processo é dado o nome de PPCP – Planejamento, PROGRAMAÇÃO e controle da produção.

Núcleo Lucia Oliveira - Prof. Qualificador, Valmir Sales

PROFESSORES DO PROJOVEM ETAPA I - CONCLUINDO CERTIFICAÇÃO





ALUNOS E PROFESSORES DO NÚCLEO FLÁVIO SIMÕES 2009-2010












COLAÇÃO DE GRAU 1ª TURMA DO PROJOVEM DE ITABUNA












domingo, 10 de outubro de 2010

Claudia Costa, professora, poetisa e formadora educacional do Projovem Urbano de Itabuna pela Abará, teve seu poema Rio Almada premiado em primeiro lugar em Salvador no concurso do Sindicato dos Bancários.

RIO ALMADA

Ele nasce em Almadina, Menina!

Dizem que vem das almas. Que nada! Sei que passa por aqui. Grita Coaraci.

Ele diz: Surgi pela minha estrada. Rasgando alvorada, banhando multidões.

Quando penso nesse rio. Rio... rio... rio... Falo e sorrio, agora é desafio.

Sua água tá que nem fio, tá da cor de nada.

Ai que vontade de salvar o Rio Almada! Que banha a meninada em dias de sol, em dias de cheia, que nem lua tomando a rua dias que em memória Vagueia...

Quantos corpus tu levaste! Não por maldade. Os incrédulos, os aventureiros.

Os poetas e os loucos. Sem pensar jogavam-se em ti, jogavam-se sem saber te navegar.

De pedra em pedra pulavam, tuas águas por elas rolavam debaixo das pontes

quais espumas flutuantes em poesias já citadas.

Oh! Rio Almada, falo agora da saudade que por ora nos invade o coração e a alma.

Responde lindo. Almada! Nossos filhos te procuram, não nos deixe a mentir,

a contar teu volume em teu leito prateado, azul escuro, amarronzado.

Não nos deixe sofrer. Volta a nossas vidas. Forte e limpo como Deus o criaste.

Mostra tua força, teu âmago. Abraça teus peixes. Teus seixos, tuas jibóias

jararacas, tuas vidas mil impensadas por nós.

Mãe de criaturas lindas e obscuras, das lendas. Iaras e Sacis

Que corriam a banhar-se em ti

Oh! Rio Almada. Volta aos mapas da região, exalta teu lindo nome.

Eu já tive medo dele...

Hoje, morremos

Sem ti, nos afogamos na tua ausência.

Banha-nos a todos: meninos, velhos, moços, crianças, cutias, juparás, tatus e gambás.

Abre teus braços, recebe tuas lavadeiras, esteriliza nossas vestes em dias de sol.

Volta, velho Almada!

Corre no teu leito,

ainda deve ter jeito

Criança!

Volta a crescer,

meu Almada.

Faz valer

essa Almadina

esperança